O horário de verão terminou neste último domingo (26 de fevereiro), quando os relógios foram atrasados em uma hora em diversos Estados brasileiros. A medida, adotada pela primeira vez em 1931, tem como principal objetivo a economia de energia elétrica. A diminuição de demanda ocorre por uma combinação de fatores como a alteração no comportamento dos consumidores, o maior uso da luz natural e a redução no uso da iluminação pública. Além disso há um menor consumo de energia nos horários de pico.

O Operador Nacional do Sistema Elétrico (ONS) indica que os resultados preliminares são de uma redução do consumo de energia entre 3 e 4,9%, dependendo da região. “O aumento da segurança e a diminuição dos custos de operação são as principais consequências da redução da demanda no horário de ponta”, explica Hermes Chipp, diretor geral da ONS.

Desta vez o horário de verão teve 133 dias de duração e foi o mais longo desde 1985.

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